quarta-feira, 18 de julho de 2012

Dead Memories - Parte 7 / "Você tem que me ajudar"


De repente, me vi feliz e aliviada ao ver o cabelo loiro de Justin, mas para minha surpresa, ele não estava tão animado em me ver.
- Oi! Você desapareceu o dia inteiro, nem te vi no jantar. O que aconteceu? – perguntei.
Justin olhou para meu rosto e sem dizer alguma palavra sequer, me esnobou. Quando o mesmo já estava pronto para me dar às costas, rapidamente o impedi puxando-o pelo braço.
- Por que está me esnobando? – perguntei.
- Você já se decidiu. – disse ele.
- Hã? – boiei.
- Eu vi você... – Justin suspirou – Vi você beijando Percy.
- Co-como você viu? Estávamos escondidos e, Justin... Olha... – fui interrompida.
- Eu estava procurando por você. Ia pedir desculpas por ter te deixado sozinha na enfermaria, mas daí vi que você estava fazendo coisas melhores. Não quis interromper aquele ‘momento tão mágico’. Agora eu finalmente sei porque é você tão esnobe comigo! Já tem com quem compartilhar seu amor. – disse ele.
- Justin, você está maluco? Eu não gosto do Percy! Aquilo... Aquilo foi de momento! – menti.
- Tanto faz. Agora não importa mais. Conheci uma menina no corredor hoje quando estava deixando a enfermaria e, se quer saber, ela é linda. Provavelmente irei namorar com ela. E não se preocupa: prometo que será logo menos. – disse ele.
- O quê?! Como assim? Qual o nome dela? – perguntei.
- Winny. – ele respondeu.
Tudo bem, aquela resposta havia partido o meu coração. Eu... Eu gostava de Justin, mas é claro que não ia falar porque não podia simplesmente ignorar o que sentia por Percy. Foram tantos anos juntos... Não conseguiria parar de olhar aqueles olhos azuis por um minuto sequer, mas Justin gostando da Winny? Aquilo era mais do que eu podia suportar.
- Winny?! Não, você não pode gostar dela! – exclamei.
- E quem você pensa que é para mandar nas minhas decisões?! Não foi você mesma que me recusou? Decidi seguir em frente, seguir sem você. E se me der licença, preciso ir, não vou ficar mais nem um segundo com você aqui. – disse ele, indo embora.
Senti uma lágrima escorrendo pelo meu rosto, iria chorar. Corri para dentro da biblioteca antes que alguém pudesse me ver e, na seção de livros clássicos de terror, desabei ali mesmo.
Chorava enquanto encarava a janela. Os livros e os abajures com lâmpadas amarelas davam um clima incrível para a biblioteca à noite. Senti um vento frio e passageiro atrás de mim, algo que só poderia acontecer naquele momento se alguém tivesse passado correndo atrás de mim.
- Quem está ai? – perguntei.
Olhei para os todos os ângulos que meus olhos me permitiam enxergar a fim de encontrar quem estava lá, mas como estava com os olhos embaçados de tanto chorar, falhei na minha busca ocular.
- QUEM ES-ESTÁ AÍ? – tentei novamente enquanto ouvia minha voz ecoar solitariamente.
Nenhuma resposta e um calafrio repentino.
- Você tem que me ajudar. – alguém sussurrou.
Olhei para meu lado esquerdo e vi novamente a menina que havia visto na noite anterior.
Confesso: aquilo foi o bastante pra me fazer sair correndo dali. Mas para onde ir? De relance me lembrara de Justin falando que eu tinha alguém para compartilhar meu amor e, foi daí que a idéia surgiu. “É isso! Vou até o dormitório do Percy!” pensei comigo mesma.
Fui correndo cautelosamente (enquanto abafa meus gritos de pavor) até o quarto de Percy.
Bati três vezes na porta até que o seu colega de quarto, Mike, a abriu
- Eu até te paqueraria se não tivesse tão puto por você ter me acordada às 3:45 da manhã! – exclamou ele.
- Desculpa, eu... Eu sinto muito mas preciso muito ver o Percy! – disse eu.
- Ele está dormindo. – informou Mike.
- Por favor! Eu preciso ver ele, preciso passar a noite aqui, não tenho pra onde ir. Perdi a chave do meu quarto e minhas colegas de quarto já estão dormindo. – informei desesperada.
- Ahn... Não me leve a mal, eu bem que gostaria que você entrasse e passase a noite com a gente mas você sabe que se te pegam te expulsam e dão advertência para nós? – disse ele.
- Eu sei bem disso, mas enquanto eu passo perigo aqui fora correndo o risco de ser pega por estar na frente do seu quarto, eu poderia explicar melhor tudo o que aconteceu desde o inicio para você e os garotos a salvo aí dentro! É só trancar a porta. Aposto que vocês fazem isso todo dia mesmo. – disse eu.
- É, ta certo, pode entrar. – disse ele.
- Valeu! – agradeci enquanto entrava.
Para minha surpresa, todos os outros meninos (incluindo Percy) que também se alojavam no quarto estavam acordados. O que quer dizer que todos ouviram minha conversa com o Mike.
- Oi fugitiva – disse um deles.
- Alex... Não acredito que você fez isso! E se te pegarem? Você enlouqueceu? – disparou Percy enquanto pulava de sua cama.
- Eu... É, deve ser isso mesmo. Mas o mais importante agora é que nenhum monitor ou aluno suspeite disso. – disse eu.
- Bom, eu não vou falar nada pra ninguém. – informou Mike.
- Nem eu – disse outro garoto seguido de outro.
- Eu nem preciso falar nada, né? – disse Percy se aproximando e me beijando.
- UUUUUUUUUUUUUUUUI – disseram todos os outros garotos em coral.
Ri em resposta.
- Bom, onde eu posso dormir esta noite? – perguntei.
- Na minha cama. – respondeu Percy.


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Respostas aos comentários:

Anônimo: Nossa, muito obrigada. Sério, de coração! Você não sabe o quanto é maravilhoso ler isso. Ah, e já que você comentou deste livro Sussurro... Ele é bom? (já to acabando de ler jogos vorazes e já tenho meio que uma lista de outros livros que quero ler) Haha. Beijos linda!

Suh e Moh: Somos duas amor, hahaha. x)

@Giih_Herculano: Continuei fofa, continuei. *-*

Imagine Belieber: A parceria funciona basicamente assim: eu e você colocamos uma imagem do bieber ou outra que preferir (a imagem é para chamar mais atenção para o blog da parceira, entende?) na home da nossa página, com o link do blog da parceira logo abaixo da imagem. Assim, minhas leitoras visitaram seu blog e suas leitoras visitaram o meu, ou seja: mais divulgação para as duas. Se caso não quiser ou tiver outra dúvida, você me avisa ok? ((: Beeeijos!

Nayara Rodrigues: Garanto que você não vai se arrepender se ler e assistir Jogos Vorazes. É simplesmente incrível, sério! Quanto a Winny, esse é só o começo. Ela vai te infernizar bastante ainda, rsrsrs.

Imagine Belieber: Diva, como assim? Hahahahahaha, obrigada mesmo! Poxa, como assim? Seu blog é ótimo! *-* Bom, já te coloquei nas minhas parcerias, agora é só você fazer o mesmo. (colocar uma imagem do bieber ou outra de sua preferência na home da sua página com o link do meu blog debaixo da imagem)

Isadora: Pois é, você acertou, haha.

Letícia Tonin: Own, muito fofa você, viu? ((:

Fim das respostas aos comentários!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dead Memories - Parte 6 / A fonte.


- Nossa, você quase me matou de susto! – exclamei.
- Relaxa – disse ele rindo e se sentando ao meu lado.
Encarei a fonte. Ela era tão linda, diria até que ela era mística só pela sua beleza. A água parecia ter vida de tão brilhosa e intensa que é.
- Você brisa muito quando olha diretamente pra essa fonte. – apontou Percy.
- É que... Sei lá, ela me parece tão... – fui interrompida.
- Mágica? – indagou Percy.
- Sim... Não vejo nenhuma luz a iluminando e mesmo assim ela brilha. Como isso é possível? – perguntei.
- É bem provável que tenham luzes dentro da fonte, né Alex? Você acha mesmo que ela iria ficar brilhando por conta própria? – zombou Percy.
- É, de fato... – tive que concordar.
O silêncio tomou conta do local por alguns instantes.
- Vou liderar na estréia de sábado. – informou Percy.
- JURA? – gritei.
Percy se apressou em me calar com a sua mão.
- Sim. Queria que você fosse comigo. – disse ele. – Ahn... Quer dizer, queria que todos os alunos da instituição fossem comigo, digo... O internato inteiro sabe? Nos dando apoio nesse momento tão decisivo... – acrescentou.
- Ah, claro, você sabe que eu adoraria! Mas me parece que você se esqueceu que somente os jogadores do time de beisebol são liberados. – me apressei em dizer.
- É aí que seu novo amiguinho entra... – disse Percy.
- Meu novo amiguinho? Você quer dizer o Justin? – perguntei.
- Sim, ué. É só ele dizer que quer que toda a instituição vá assistir à estréia que a diretora irá ceder o pedido do grande astro teen na hora. – disse Percy.
- Ai Percy... Não sei se posso... Isso me parece errado. – disse.
- Nossa Alex, qualé! É o mínimo que você pode fazer por mim e pelas meninas! Você andou com esse cara por dois dias e meio se esquecendo completamente de nós, seus amigos, e agora não quer pedir pro mauricinho um mísero favor? – exclamou Percy.
- Por quê ta falando nesse tom?! Você não disse nada com nada! Eu não fiquei esse tempo todo só com ele! – me defendi.
- Ah não, magina. Fui eu. – zombou Percy.
Por um minuto, olhei bem no fundo dos olhos de Percy e perguntei seriamente:
- Isso por acaso é ciúmes?
- Não! – Percy se apressou em responder.
- Olha dentro dos meus olhos e repete com todas as letras que não está com ciúmes. – disse eu.
Percy olhou no fundo dos meus olhos e começou a repetir a frase, mas bem no meio dela parou.
- Ta, pode ser que eu esteja com um pouco de ciúmes... – confessou – Mas você é minha melhor amiga! É claro que eu iria ter, né?
- Bem, antes de qualquer coisa eu quero que você saiba que Justin me contou uma coisa um tanto que interessante hoje mais cedo. – informei. – Ele disse que o jeito como você me olha... Bom, ele disse que você não me olha com um olhar de amigo.
- O que está insinuando? – perguntou Percy.
- Percy, você gosta de mim? – perguntei.
- Claro que gosto! – disse ele.
- Digo, como mais que uma amiga? – perguntei novamente.
Percy abaixou a cabeça, já até sabia o que aquilo significava.
- Eu... – disse Percy.
A água da fonte iluminava o rosto de Percy de uma maneira inexplicável e, foi só naquele momento que me dei conta do quanto Percy era bonito. E como era... Agora havia entendido o porque do mesmo arrasar tantos corações na instituição.
- Eu sou apaixonado por você. – ele finalmente soltou. – E não é de agora, faz muito, muito tempo. Tipo, anos.
Não podia acreditar no que Percy estava me dizendo!
De repente, talvez por puro impulso, me vi se aproximando dele enquanto olhava para sua boca. Percy também estava se aproximando de mim e com sua mão direita, começou a acariciar meu rosto.
- Eu... – tentei dizer. – Eu acho que também estou apaixonada por você, Percy. Foram tantos, tantos...
- Anos. – ele completou.
Percy foi se aproximando mais e mais e quando me dei conta, o beijo aconteceu. Não posso mentir: aquilo estava sendo tão mágico. O momento estava simplesmente perfeito. Senti que acabara de me arrepiar mas mesmo assim, não parei um segundo sequer de beija-lo. Percy, meu melhor amigo. Mal podia acreditar que estávamos mesmo fazendo aquilo na frente da fonte.
Percy parou o beijo recuando e logo em seguida, olhou bem no fundo dos meus olhos.
- Quanto a estar apaixonado por você, devo dizer que menti. Eu não estou apaixonado por você, eu... Eu estou te amando incondicionalmente! – confessou.
Sorri como resposta.
No meio do silêncio que repentinamente tomara conta do lugar, ouvimos sussurros vindos de longe. O clima de romance terminava por aqui e o de alerta se dava ínicio. Provavelmente eram os monitores se certificando de que todos estavam nos seus respectivos aposentos.
- Ferrou. – disse Percy.
Os monitores faziam suas buscas com lanternas, o que dificultava ainda mais a situação.
- Meu dormitório é para a esquerda. Boa sorte. – disse eu, me despedindo.
- Espera. – Percy puxou meu braço e me beijou novamente. – Tome cuidado.
- Eu sempre tomo. – disse.
Percy foi para a direita enquanto eu me deslocava para a esquerda. Com dificuldade, passei por todos os monitores (não deixando de me sujar com a lama que rodeava a lagoinha do internato). Quando cheguei até a porta do meu quarto, me deparei com a porta trancada. Isso nem seria um problema se eu não tivesse perdido a minha chave há uma semana atrás, mas como sou extremamente distraída, sim: aquilo era um GRANDE problema.
Tentei dar gritos abafados para que as meninas me ouvissem e abrissem a porta para mim e, como esperado, nada. Pude ouvir Winny dando passos até a porta.
- Espero que durma bem essa noite, Alex. – disse ela. – Ah, e espero que reserve bastante tempo amanhã para organizar todas as suas coisas que bagunçamos e achar algumas que escondemos. – completou.
- Sua... – fui interrompida por um rápido feixe de luz que passara rapidamente por mim. Provavelmente eram as lanternas dos monitores.
Ótimo, para onde iria?! Gastei alguns importantíssimos segundos pensando na questão e respondi depois para mim que a biblioteca era a melhor opção no momento. Pelo menos lá não sentiria tanto frio graças às luzes dos abajures que nunca se apagam. Apressei-me em correr silenciosamente até o santuário dos livros enquanto olhava desesperadamente para trás, a fim de não ver ninguém.
Justamente quando eu ia girar a maçaneta da imensa porta da biblioteca para abri-lá, alguém a girou primeiro. Eu simplesmente gelei, não sabia o que podia esperar.

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Respostas aos comentários:

Suh e Moh: hahaha, obrigada viu? (:
bom, 1º: sim, eu tenho tumblr: thisisswagbaby.tumblr.com
2º: então, vou ser sincera. eu gosto MUITO dos personagens e trabalhos que a selena faz. ela é uma grande atriz, disso não tenho dúvidas. mas ela sem nenhum script é outra história. não gosto muito das atitudes dela, sabe? por ela sair por aí com um a cada semana, ter essa faminha de chupa fama (que querendo ou não nós sabemos que é verdade HAUHAUAHUAHA) e tals.
3º: sinceramente, não curto jelena nem um pouco. '-' falo mesmo. HUAHAUAH que belieber não sente aquela pontinha de inveja e ciúmes de jelena? hahaha. mas o jeito é transformar isso em uma coisa saudável. também não dá pra ficar pelos cantos chorando e se lamentando. o justin tem sua vida amorosa que infelizmente não fazemos parte, rsrs. o jeito é tentar reverter esse sentimento pra uma coisa que poderemos colher mais tarde.
curiosa que nada, adoro responder perguntas! AHUSHAUSHAU num é atoa que sou viciada na ask.fm! hahaha.

Anônimo: ah, sacomené. HUAHAUAH leio bastante livros (tirando o fato que sempre paro no meio deles por pura preguiça que tenho). own, obrigada poxa. >< eu só estou demorando porque às vezes demora uns dois ou três dias pra alcançar o número de comentários que eu pedi. como você é leitora nova (afinal, bem-vinda *-*), não deve saber que eu fiquei uns meses sem postar nada, e por isso muitas das meninas que liam minha IB pararam de ficar ativas aqui. mas eu aposto que isso só vai ser temporário, rs. o blog já está voltando a ser como era. *-*

Nayara Rodrigues: hahahaha, quem me dera amr. >< ah, já leu jogos vorazes? melhor trilogia de todas!

Big Dream *-*: coisas de selana, sacomené. HAUHAUAH a minha música preferida do álbum believe é boyfriend, sou simplesmente viciada nela. hahahaha arrasa dms.

Laais: bem-vinda amor *-* nooooooooooooooossa, jura?! hahaha, obrigada por ler meu blog viu? aaah, só pra avisar: a you belong with me 2ª temporada está cortada porque tive um puta bloqueio criativo. ): PS: dsclp ter apagado seus outros comentários, mas é que aqui é proibido flopar.

Letícia Tonin: nossa, muito obrigada viu? hahaha beijo.

@Giih_Herculano: bem-vinda! (: obrigada.

Fim das respostas aos comentários!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dead Memories - Parte 5 / A enfermaria me ama.


Acordei quatro horas depois na enfermaria da escola. Bom, pelo menos era isso o que aparentava. Olhei para o lado e puder ver a enfermeira conversando com a diretora, de fato eu havia desmaiado.
Enquanto via a diretora deixando a enfermaria, milhares de pensamentos sobre o grupo de meninos começavam a perturbar minha cabeça. Não sabia o que eles estavam fazendo ali e, por mais que tentasse impedir que o meu ódio por eles crescesse ainda mais, não conseguia. O sentimento de mágoa sobre eles era maior que eu, maior que tudo nesse mundo.
Assim que a enfermeira me viu acordada, logo veio verificar como eu estava me sentindo.
- Estou bem. – garanti.
- Tem certeza? – perguntou ela.
- Sim. – menti.
Depois que a enfermeira finalmente se certificou (isso pela quinta vez) que eu estava “perfeitamente bem”, me levantei e sai da enfermaria. Olhei no relógio de parede do corredor do internato e ainda vi que eram apenas 11:45. “Pelo menos eu poderia ter desmaiado por mais tempo” pensei.
A cada passo que dava, fingia que nada tivesse acontecido. As pessoas que me viram desmaiando me perguntavam como eu estava e, é claro que eu sempre mentia dizendo que estava tudo bem. “Não tomei café-da-manhã. Comecei a passar mal e desmaiei.”, repetia a todos.
Depois de responder à mesma pergunta centenas de vezes até completar o longo trajeto que deveria fazer para chegar até a quadra em que teríamos a nossa aula de educação física, finalmente cheguei até lá.
- Você está bem? – Lauren, Annie, Samantha, Percy e Justin correram para perguntar.
- Estou bem. – disse eu, mas Percy sabia que não.
Enquanto tentava enganar meus amigos, os outros alunos da minha sala faziam uma roda em volta de mim para saber meu estado de saúde até que Percy me livrou de todo aquele interrogatório com um belo grito.
Me levando para longe do alcance de todos, o mesmo perguntou se eu realmente estava bem.
- Você sabe que não. – desabafei..
- Na fonte depois do jantar? – perguntou ele.
- Por favor. – respondi.
- Olha, só toma cuidado, ta? Não quero te ver pega. – disse ele.
- Você sabe que sou cautelosa. – garanti.
Na aula de educação física de hoje teríamos futebol e, como sempre, fui escolhida como atacante pelo resto do meu time.
Olhando para a arquibancada, pude perceber que Justin não tirava os olhos de mim nem por um segundo. Infelizmente, também pude perceber que as outras meninas da minha classe também perceberam.
De repente, parecia que eu estava no meio de um jogo de futebol americano porque do nada, todas as meninas queriam me acertar feio, fazer de mim um alvo para elas. Infelizmente, uma delas alcançou seu objetivo. Levei uma bela de uma cotovelada no nariz e como se é esperado, o mesmo começou a sangrar.
Estava estirada no chão me contorcendo de dor quando rapidamente fui socorrida por Justin, deixando Percy que também estava correndo para me ajudar comendo poeira.
- Eu a levo até a enfermaria – disse Justin ao professor.
Justin me carregou no colo até a enfermaria e, é claro que todas as outras garotas da instituição estavam me invejando por isso. Na real, não sabia o por quê, afinal, eu havia desmaiado há poucas horas e agora quase quebrado o nariz! Quem queria estar no meu lugar naquele momento? “Todas as meninas do internato” respondi para mim mesma. Lá no fundo, mesmo não querendo, eu sabia que o havia dito à mim mesma era verdade porque via os olhares invejosos e furiosos de todas as meninas que passávamos pelo corredor enquanto tentava controlar o sangue que escoria do meu nariz para a parte inferior do meu rosto.
Assim que entramos na enfermaria, que por sinal estava vazia (era bem provável que a enfermeira estava flertando com o senhor Palmer, o professor de sociologia, bem naquele exato momento), Justin me colocou em uma das camas disponíveis que haviam por lá.
- Você está sangrando muito, vou chamar a enfermeira. – disse ele, se apressando em sair da enfermaria.
- Não! – gritei.
- Eu volto já, é pro seu bem, eu garanto. – disse ele.
- Não, fica aqui comigo. – disse eu.
Justin sorriu ao ouvir o que eu tinha dito e se sentou num banquinho ao lado da cama em que eu estava.
- Posso segurar sua mão? – perguntou ele.
- Pode. – respondi.
Em um ato involuntário, fechei meus olhos. Pude sentir Justin mexendo nos meus cabelos. Nossa, como era bom... Já não o odiava mais. Na verdade, parei de odiá-lo assim que aquela noite estranha na biblioteca acabara e, por me lembrar daquele estranho “encontro ocasional”, também me lembrara do vulto que havia visto lá.
Senti meu corpo se arrepiando. Provavelmente Justin havia pensado que o motivo dos meus arrepios era o cafuné que ele estava fazendo em mim e por pura insegurança, o mesmo parou naquele instante.
- Por quê parou? – perguntei.
- Ahn... Não sei – disse ele.
Abri meus olhos e olhei no fundo dos dele.
- Obrigada. – agradeci.
- Pelo que? – ele perguntou.
- Por tudo. – respondi.
- Acho que ainda não fiz nada de tão grandioso pra merecer algum reconhecimento vindo da sua parte. – gesticulou ele.
Suspirei.
- Você tem medo de mim? – perguntei.
- Medo? Não, por quê? – estranhou ele.
- Você se sente tão inseguro perto de mim. Escolhe tão bem as palavras para falar comigo e nunca dá um deslize se quer. Quer que eu comece a desconfiar que você não seja humano? – brinquei.
- É que... Parece que você não gosta de mim e, bem... Eu gosto de você. Você não é como as outras, não fica perto de mim por eu ser o Justin Bieber: o famoso cantor canadense que tem mais de 24 milhões de fãs pelo mundo todo, mas sim por eu ser o Justin Bieber: o garoto novato que entrou no seu habitat. – disse ele, um pouco triste.
- Justin... – sorri – Eu gosto de você! Não como você quer, mas gosto... Não tenha medo de dirigir a palavra a mim ou de hesitar quando quiser dizer o que pensa. Vou aceitar todos os seus erros porque sei que ninguém é perfeito. Não quero ser amiga de máquinas. Quero ser amiga de pessoas de verdade, pessoas que amam, choram, erram e perdoam. Você me entende? – perguntei.
- Entendo. – Justin sorriu – E fico feliz por estar sendo sincera comigo.
Sorri de volta.
- Bom... Já que estamos sendo sinceros, quero te dizer uma coisa. – disse ele.
- Claro. – hesitei.
- O Percy parece gostar muito de você. – disse ele.
- Não parece, ele gosta. Somos melhores amigos. – informei.
- Não quis dizer gostar como amigo... Quis dizer gostar de verdade, sabe? Vejo como ele te olha. Sou homem, entendo muito bem dessas coisas. – disse ele.
- Ah Justin... Não acho que ele goste de mim, somos amigos há muito tempo, seria impossível que uma coisa dessas acontecesse.
- Bom, eu discordo... – disse ele.
- Suponhamos que seja verdade... De que isso te importa? Você tem namorada, sua bebezinha chamada Selena Gomez. – soltei sem pensar.
- Você não vê televisão? – perguntou ele.
- Aqui é meio que impossível, sabe? – informei.
- Nós terminamos na ultima premiação que a Nickelodeon promoveu. Acredita que só porque eu estava falando com a Jennette Mccurdy ela teve um ataque de ciúmes? Na premiação de cantora favorita do público em que ela ganhou, usou seu próprio discurso para me insultar. Ela me chamou de cafajeste e outras coisas que prefiro não comentar em rede internacional e é claro que eu fiquei furioso. Tivemos uma briga anteriormente sobre o mesmo assunto: ciúmes. Já estava farto disso, por isso tomei a iniciativa para terminar com ela. No dia seguinte, ela tacou fogo no seu jardim inteiro e colocou a culpa em mim e é claro que a imprensa caiu matando. Por este motivo, estou aqui. A mídia concluiu que eu sou um rebelde sem causa que precisa aprender a ser gente de verdade... Então aqui estou eu. – terminou.
- Nossa... – pasmei.
- Pois é. – disse ele. – Não pensei que acharia outra pessoa melhor que ela, mas acho que me enganei.
No mesmo segundo em que Justin terminou sua frase, olhou bem no fundo dos meus olhos e se aproximou.
- Justin, você me conheceu a menos de uma semana! Isso não é estar a fim, gostar e nem estar apaixonado! – surtei.
- Acredita em amor a primeira vista? – disse ele se aproximando para me beijar.
- Não. – virei o rosto.
Pela expressão de Justin, parecia que eu havia dado um banho de água fria no mesmo, que de repente se afastou de mim com uma cara triste e deixou a sala de enfermagem.
Depois de meia hora esperando que ele voltasse, a enfermeira voltou e cuidou de mim. De novo...
Depois do jantar, fui escondida até a fonte para me encontrar com o Percy. O jardim do West Hill era lindo à noite. Os pinheiros iluminados pelos postes de luz causavam uma paisagem inexplicável. Sem falar na fonte, que todos acreditavam realizar desejos.
Me sentei no banco que ficava em frente a fonte e esperei por Percy. Podia ouvir e ver as corujas me observando. Me distrai as encarando de volta e, por este motivo, me assustei com o “oi” inesperado de Percy.

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Respostas aos comentários:

Rozinhaa *-*-*: aaaah, obg! *o* rs, continuando.

Big Dream *-*: bem-vinda! *-* muito obrigada pelos elogios, haha! (se bem que o "divina" foi a mais. HUIASHIUAHISHUAHISUA xD) bjs nati.

Nayara Rodrigues: obg! essa vai ser a minha #IB que contém mais mistérios, atividades paranormais, etc e tal. :3

Letícia Tonin: bem-vinda! ((: fico feliz por estar gostando e acompanhando.

Suh e Moh: eaaai, tudo bom? ué, mas suspense e ansiedade andam tão juntos. HAUHAUAHUAHUA ç2

Leticia: vlw ;) então, a escrita dessa imagine tá mais formal porque eu queria que fosse mais parecida com um livro. kkk beeeeeijos.

Fim das respostas aos comentários!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Dead Memories - Parte 4 / O que eles estão fazendo aqui?!


300 beliebers seguindo o blog! *-*uhu.

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Na manhã seguinte, fui acordada por Winny falando ao celular. Além de aquilo ser uma baita inconveniência, também era proibido. Pensei em falar com algum monitor mas não era esse tipo de garota dedo-duro. Eu com certeza sou mais daquele tipo que não se importa com nada, nem em como ferrar com a vida da pessoa que você mais odeia nesse mundo. Em outras palavras, me considero um amor de pessoa, quase um anjo.
- Desliga esse celular! Podem te pegar! – exclamou Megan ao perceber que Winny estava usando o seu celular que escondera consigo nas férias de verão.
- Fica fria! Não vão. A não ser que a senhorita Alex fale pra alguém – disse Winny te olhando feio.
- Olha Winny, mesmo te odiando, você sabe que não sou esse tipo de garota. Mas quem garante que alguém não possa abrir a porta? – a questionei.
Assim que disse tais palavras, a porta se abriu. Winny escondeu rapidamente seu celular de baixo do seu travesseiro sem ao menos desligá-lo. Era o monitor do nosso corredor, aparentemente preocupado pela barulheira que estávamos fazendo logo de manhã..
- Meninas, ainda é cedo! Que gritaria é essa? – perguntou.
- Nada. – Megan e Winny se apressaram em dizer.
- Hm... – disse ele olhando para todo o perímetro do quarto com ar de desconfiado. – Bom, aparentemente não está acontecendo nada de irrelevante então, por favor, façam silêncio.
O monitor já iria deixar o quarto quando de repente, vozes abafadas vindas de baixo do travesseiro de Winny preencheram o silêncio repentino do quarto. A anta se esquecera de desligar, mas é claro que não a culpo, afinal: ela é loira.
- Que chiados são esses? – perguntou o monitor.
- Nada. – disse Winny com ar de culpada. Ela não sabia mentir. Pobrezinha...
- Seja lá o que for, está vindo do seu travesseiro e, se não me engano me parecem vozes abafadas. Por acaso não seria um aparelho celular, seria? – deduziu ele..
- Ai, quanta bobagem... Já dissemos que não é nada! – Megan se apressou em falar.
- Se não é nada, acho que não se importariam se eu desse uma olhada debaixo do travesseiro, não? – desafiou ele.
A expressão de Winny não foi à das melhores.
O monitor levantou o travesseiro de Winny com um ar sério e teve a certeza de suas suspeitas.
- “É proibido o uso de telefone celular ou fixo no internato West Hill, a não ser que a diretora (o) o conceda tal permissão” – recitou então, uma das muitas regras do internato – De quem é o celular?
Megan olhou para Winny e Winny olhou para Megan.
- Se o celular não tiver uma dona, as três irão para a diretoria! – exclamou ele.
- As três?! Como assim as três? Eu nem estou envolvida nisso! – rebati gritando.
- Envolvida ou não, as três iram para a diretoria! Começando por você loirinha de cabelos curtos. – disse ele apontando para Megan. – Vem, vamos.
Megan olhou para Winny com um ar de desesperto e Winny sem escolha, confessou ser a dona do celular.
- Nesse caso, queira me acompanhar mocinha. – disse ele.
Winny acompanhou o monitor até a diretoria e Megan, obviamente, me olhou feio.
- Feliz? – ela perguntou.
- Normal. – respondi.
- Megan, para de implicar com a Alex! – exclamou Rebecca, que acabara de acordar com nossos gritos.
- O que é Becky? Vai defender a lesada agora? – disse Megan.
- Só quero sossego. – disse Rebecca. – Você sabe o quanto eu acordo de mau humor por ser acordada no meio do meu sono de beleza!
Não me importei muito com o fato de Rebecca ter me “defendido”, afinal, ela só era legal comigo ALGUMAS vezes. Não iria impor muitas expectativas nela porque ela era a melhor amiga de Winny e é claro que eu estou com pouca vantagem nessa situação. Quem me garantia que Rebecca não falasse mal de mim pelas costas?
- Que horas são? – perguntei.
Nenhuma resposta, ignorada completamente.
- Obrigada. – ironizei.
Peguei meu celular e vi que o despertador iria tocar daqui 2 minutos. “Não acredito que por causa da bruxa da Winny, acordei bem mais cedo do que deveria”, reclamei em pensamento.
Deitei na cama e esperei os 2 minutos passarem, o que não demorou nem um pouco.
Assim que o despertador tocou, todas fizeram suas respectivas rotinas de higiene, se trocaram, arrumaram suas coisas e foram para a sala que teriam sua primeira aula.
Antes de me dirigir até a minha sala, passei pelo corredor da diretoria por mera provocação e como o planejado, dei de cara com Winny.
- A praga que você me jogou se concretizou, né sua vadia?! – cuspiu ela.
- Olha aqui sua... – me calei.
“Que ótimo” pensei. “Por questão de segundos, quase me rebaixei à um nível baixo que o inferior”.
Devido aos gritos desnecessários de Winny, a diretora saiu de sua sala e com um simples olhar de “calem a boca!”, nos calamos. Retomei o meu caminho à minha sala e Winny foi equivocada para entrar na sala da mulher que mandava no internato.
Comecei a andar pelos corredores em busca da minha sala quando de repente trombei com alguém.
- Me desculp... – me interrompi. – Ah, é você. – disse com um ar brincalhão.
- Haha. Ei, pode-me dizer onde fica a sala 23? – perguntou Justin Bieber.
- Você está na sala 23? – perguntei surpresa.
- Sim... Por isso perguntei por ela. – disse ele.
- Eu estudo lá, minha primeira aula é lá. Você por acaso não está na minha sala, está? – perguntei desconfiada.
- 1ºB? – perguntou ele.
- Sim. – respondi.
- Prazer, sou seu novo colega de classe. – disse ele estendendo a sua mão direita.
- Aff. – o deixei no vácuo. – Como se não bastasse ter cruzado com você na biblioteca em uma situação BEM estranha, agora vou ter que dividir o meu ar limitado por quatro paredes e uma minúscula janela com você? – brinquei.
- Nossa tudo isso é amor? – ele perguntou.
- Sonha. – respondi.
Dei as costas à Justin e voltei a caminhar. Pude ouvi-lo me seguindo.
- Pare de me seguir! – exclamei.
- Ué, você não me disse onde ficava a sala 23, então decidi te seguir até lá, afinal, você também vai pra lá e, se preferir, continuo andando atrás de você como um louco psicopata em vez de andar ao seu lado como uma pessoa normal faria. – disse ele, se explicando.
- Ótimo. Não te quero ao meu lado. Se quiser, me siga. Só não garanto que vai conseguir. – disse eu provocando-o.
Num ato de maldade, comecei a correr. Só não esperava que Justin corresse tão rápido quanto eu. Assim que passei pela porta da sala 23, ele agarrou o meu braço.
- Eu sempre, SEMPRE, consigo. – disse ele.
- Onde está o “modesta à parte” desta frase? – perguntei.
Quando Justin ia responder, o professor de latim (sim, latim.) me deu uma bronca.
- Senhorita atrasadinha, além de chegar a essa hora fica conversando na porta da sala de aula ao invés de se sentar logo e começar a estudar? – exclamou ele.
- Engraçado que o senhor não deu bronca no JUSTIN BIEBER. – me preocupei bastante em enfatizar o nome do fulaninho.
- O senhor Bieber é novato na nossa instituição, portanto por hoje, apenas por hoje, aceitarei seu atraso. Como você não é nenhum pouco nova aqui, seu atraso é indesculpável. Não tente me provocar mocinha. – chiou ele.
Bufei em resposta e fui me sentar. Justin pediu desculpas ao professor e também foi se sentar. Ele se sentou a exatamente duas carteiras atrás de mim e, logo foi abordado por meninas e meninos que estavam ao seu redor. Bufei outra vez.
Depois que a aula acabou, conclui que o professor havia dado uma aula até que interessante hoje. Digo, não foi uma aula “normal”. Ele havia nos mostrado e explicado algumas maldições, religiões e cultos satânicos que envolviam oferendas, velas e, é claro, pessoas dementes da época em que o latim era essencial na vida de todos. Não sabia se aquele tipo de aula era permitido no internato porque até o nosso professor checava o vitror da nossa porta a cada 10 segundos.
“Que seja” pensei. “Tenho coisas mais importantes para pensar”.
Quando o sinal bateu, me levantei e caminhei até o meu armário. Iria começar a pensar novamente sobre a estranha aula de latim de hoje quando algum idiota fechou meu armário com força. Ah sim, o idiota do Justin Bieber.
- Se assustou? – perguntou ele.
- Me assustei com essa assombração na minha frente que parece que tenho que agüentar a todo instante. – disse eu.
- Nossa! Ou você me odeia, ou você é bipolar. – comentou ele.
- Bipolar? Por quê? – perguntei.
- Ué, às vezes você brinca comigo deixando escapar alguns sorrisos que ainda não consegui classificar em falso ou verdadeiro e às vezes você me ignora, me maltrata. – disse Justin. – O que mais posso pensar?
- Hm... Bom, eu não te odeio. – informei.
 - Eu sei. Até porque não conseguimos odiar a pessoa que amamos e, antes que diga alguma coisa, eu vejo nos seus olhos. Afinal, quem não ama Justin Bieber? – se vangloriou ele.
- Muita gente, só você que não consegue enxergar. Aqui no internato, por exemplo, existem muitos. Apenas estão sendo falsos com a sua chegada porque você é famoso. – disse eu, curta e grossa.
- É, me ama. – disse ele, sorrindo.
- Você adora me irritar, não? – perguntei.
- Sim. – disse ele.
- É, percebi. – disse eu.
- Que aula a gente tem agora? – perguntou ele.
- Aff, vai ficar me acompanhando agora? – respondi.
- Ué, você não tem amigos, estou te fazendo um favor. – disse ele.
- Quem disse que não tenho? Aliás, um deles está vindo para cá nesse exato momento. – disse eu, avistando Percy.
- Oi Percy – o cumprimentei com um abraço e um beijo na bochecha.
- Oi minha boneca. – disse ele, retribuindo.
- Ahn... Nem preciso te apresentar a figura, né? – disse eu, apontando para o Justin.
- É claro... Ahn, oi. – disse Percy, cumprimentando Justin.
Quando os dois iriam começar a tentar progredir com a conversa de beisebol que surgiu de repente, o rumo dos olhares deles e do meu foram direcionados à um grupo de meninos. Eles eram extremamente brancos e aparentemente muito fechados e sérios.
- Quem são eles? – perguntou Justin.
- Nem nós sabemos. – respondeu Percy.
Continuei encarando o grupo enquanto eles passavam e por de repente, fiquei com uma grande vontade de vomitar ou desmaiar. Eram eles...
- São eles, Percy. – disse a Percy.
- Eles quem?
Acompanhei-os com meus olhos até irem embora.
- Os bêbados que mataram meus pais.

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Respostas aos comentários:

*Imagine Belieber*: rsrsrs, obrigada. *-*

Isadora: vlw! ;)

Nayara Rodrigues: essa nem tinha sido a ideia central da nova IB mas acabou que aconteceu e progrediu, então... rs, obrigada! *-*

мєиiиα รєdυтσяα dяєwziинα biєbє: jura? hahahaha.

Fim das respostas aos comentários!